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© 2019 - Shawãdawa - Feito por: Daosha Pássaro Alegre

Sobre o encontro

"O benzimento é um costume antigo. Benzer vem do latim bene dicere, que significa bem dizer."

O mundo precisa voltar a rezar e se unir em nome do Amor! Quando rezamos para o  irmão de jornada nos tornamos ponte para o divino na Terra, somos as mãos, a voz e o acolhimento do Grande Espírito.Podemos curar o mundo!

O encontro se dará  no período do carnaval, no Centro Cultural e Espiritual Shawã Nãba, uma aldeia indígena da etnia Shawãdawa que está situada no município de Porto Valter-Acre.

Uma experiência inesquecível no coração da floresta Amazônica

Esta é uma grande  oportunidade de conhecer a cultura e  a espiritualidade milenar do povo Shawãdawa e mergulhar profundamente no conhecimento  tradicional associado ao uso de plantas com mestres indígenas e com benzedeira (res) ribeirinhos.

.Oferecemos vivências espirituais imersivas, oficinas, dietas e cerimônias para uma maior conexão com o modo de viver e pensar da comunidade Shawãdawa e ribeirinhas. Visando promover a preservação da cultura de nosso povo, criamos condições para a manutenção, atualização e reprodução sócio-cultural de nossos saberes, práticas, formas narrativas e rituais. Buscamos promover entre os presentes a cura, paz espiritual e autoconhecimento no formato das antigas gerações, buscando o resgate e manutenção da tradição de nosso Povo através do intercâmbio cultural.
Serão 7 dias que compartilharemos de saberes, cultura e vivências com rezadores e com toda cultura indigena desde alimentação, hospedagem, banhos de rio e igarapé, cantos tradicionais, banhos de argila e dieta das ervas, pintura corporal e cerimonias com medicinas da floresta realizada por indígenas Shawãdawa.

                          

                                        

A jornada terá  7 dias de duração e oferecerá:

 

IDA: 19 ( quarta -feira) de fevereiro de 2020  -recepção na chegada do aeroporto de Cruzeiro do Sul e traslado para Hotel em CZS.

- Dia 20  (quinta feira) de manhã – saída de embarcação para a cidade de Porto Walter, com destino ao Centro Cultural e Espiritual Shawã Nãba. Recepção na aldeia, acomodações e ao anoitecer roda com fogueira junto aos indígenas rezadores e benzedores para abertura da vivência.

- Dia 21 (sexta-feira) -  Início da vivência com dieta das ervas aprofundada em tres dias consecutivos de banho e após almoço , pinturas corporais com jenipapo para a proteção e cerimônia com as medicinas da floresta.

- Dia 22 (sábado) – banho da dieta das ervas e início da troca de saberes com rezadores, conversa na roda de fogueira e cantoria  ao anoitecer.

- Dia 23 (domingo) - ultimo banho da dieta das ervas e troca de saberes com rezadores seguido de cerimônia com as medicinas da floresta na Samaúma.

- Dia 24 (segunda-feira) - Troca de saberes com os rezadores e banho de argila com rodas e partilha  de mulheres e banho de argila com rodas e partilha de homens. Ao anoitecer roda de conversa e cantoria  na fogueira.

-Dia 25 (terça-feira) - troca de saberes com rezadores e conversa e cantoria  na fogueira ao anoitecer.

-Dia 26 (quarta-feira) - Encerramento com todos os rezadores e benzedeiros. Todos receberão a Grande Benção ! Finalização com as medicinas da floresta e a dança do Mariri. Rá!rá!rá!

-Dia 27 (quinta-feira) (para quem puder permanecer) -  Dia de descanso.

-Dia 28 (sexta-feira) - descida para a cidade de CZS

• ESPIRITUAIS

- Dieta: Banho com ervas medicinais;

- Pintura corporal (para proteção);

- Cerimônias com medicina Sagrada;

- Rezos

- Caminhadas pela floresta; visita à Samaúma e ida aos parques medicinais e lugares sagrados;

- As  plantas medicinais;

- Colheita e aplicação da Sananga;

- Preparo de medicinas.

 

• CULTURAIS

- Kenê (geometria sagrada) e tintas naturais;

- Pinturas corporais e sua simbologia;

- Culinária típica;

- Músicas ancestrais e  ritualisticas Shawãdawa;

- Dança do Mariri

- Contação de histórias e mitos;

- Feira de artesanato;

- Encontros de indígenas de outras etnias.

Cultura e sabedoria milenar

Nosso povo se reúne todos os dias no Cupishawa, onde tomamos café juntos e ali programamos nosso trabalho diário. Temos nossos roçados com plantações de mandioca, milho, inhame, banana, mamão, biribá, açaí, buriti, abacaba, goiaba, uma infinidade de frutas nativas e não nativas. Os homens tem como função principal o roçado, a pesca, a caça, a construção, os artesanatos esculpidos. As mulheres são as que zelam pelo ambiente, pelas crianças, pela comida e artesanatos. Nossas crianças desde muito cedo são aprendizes através da convivência com os pais, pois estamos sempre juntos vivendo em comunhão com a natureza. Nossos encontros são no modelo circular, nossa dança também é circular. A forma de dançar e o canto acompanham os movimentos dos animais e a estrutura arredondada da Terra do Sol e da Lua. As mãos e braços dados no Mariri (nossa dança) representada pela união grupal da tradição, pisando no solo sagrado da floresta no esforço coletivo de afirmação étnica. Nossa tradição é educativa e será continuada no futuro por nossos outros índigenas através de uma tradição milenar.

Medicina indígena - A cura que vem da natureza

Sempre tivemos dentro de nossa casa que é a floresta uma farmácia viva. Temos conhecimento tradicional das plantas e como utilizá-las para a cura física, mental e espiritual. Sempre foi passada de geração em geração, pois aprendemos a reconhecer e conectar com a essência e espírito das ervas através das rezas, cânticos e dietas.

 

Nosso artesanato

Nosso  artesanato nasce do  instinto de  sobrevivência e  os produzimos  para proteger-nos dos excessos da natureza. Nos auxilia na busca dos alimentos, para nossa defesa e para expressar a beleza. Assim mostramos  nossa capacidade criativa e produtiva com o trabalho. Produzido artesanalmente, apesar de ser comercializado, não é considerado uma mercadoria, pois carrega valores, crenças e culturas. Nossa arte é cheia de cores e formas. Usamos diversos elementos da floresta, como a seringueira para produção de calçados e bolsas, sementes de diversas frutas, madeira para esculpir e talhar, cerâmica, instrumentos musicais (tambor e flauta feitos a partir de elementos da natureza), instrumentos de pesca e caça; brincos, pulseiras e colares de miçanga, palha trançada, cestarias etc.

A culinária

Nossa alimentação é natural, pois consumimos alimentos retirados diretamente da natureza. Desta forma, obtemos  alimentos isentos de agrotóxicos ou de outros produtos químicos. A alimentação indígena é saudável e rica em vitaminas, sais minerais e outros nutrientes. Somada a uma intensa atividade física, a alimentação indígena proporciona aos integrantes da tribo uma vida saudável. Nossa comida é rica em sabor e diversidade, os pratos típicos têm como base diversos tipos de mandioca, banana, mamão, milho, batatas e inhames. Também podemos ter a oportunidade de provar algumas folhas, palmito, peixes e frutas. Com esses ingredientes fazemos pamonhas, tapiocas, mingaus e diversas outras comidas e bebidas. Todos os alimentos de preparo tradicional são cultivados nos roçados ou coletadas na mata e preparados pelas mulheres da aldeia. 

 

A pintura corporal

Utiliza tintas naturais, provindas de árvores e frutos. A mais utilizada é preparada através do jenipapo, uma fruta muito apreciada por nós índigenas. Ela é coletada ainda verde, retira-se então seu líquido, que quando entra em contato com a pele, transforma-se em uma tinta preta que pode durar até 2 semanas (durando no mínimo 1 semana). A semente do urucum também é muito utilizada. Ela solta uma tinta avermelhada na pele, porém, existem outras maneiras de realizar a pintura corporal. Os desenhos e as formas também possuem distinções, por exemplo, existem desenhos feitos para comemorações, outros para rituais. A arte corporal com pintura é individual e única possuindo diversos significados e motivos pelo seu uso. Venha participar desta jornada.

A jornada

Abrange um projeto comunitário para o Centro Cultural e Espiritual Shawã Nãba situado na cidade de Porto Valter  com a participação de lideranças para a promoção e preservação de nossas tradições. Todos que participarem estarão contribuindo com nosso projeto, fazendo parte desse lindo resgate cultural. O seu apoio financeiro  irá custear uma infra estrutura necessária que viabiliza a sua experiência na floresta através de uma viagem única e inesquecível, além de contribuir para o desenvolvimento sustentável da região. Teremos a presença de outras etnias  que vem somar com nosso encontro trazendo também os seus rezos, conhecimento e cultura.



Valor de troca: R$ 3.500,00 que pode ser parcelado em até 6 vezes pelo pagseguro

Incluso
- Translado do Aeroporto de Cruzeiro do Sul até hotel
- Translado do hotel até a beira do rio Juruá para embarcação
- Diária de hotel em Cruzeiro do Sul ( Somente na ida)
- Acomodações no Centro Shawãnãba na cidade de Porto Valter• Transporte fluvial em voadeira com motor até Porto Walter/Aldeia Shawã Nãba.
• Hospedagem na aldeia
• Três refeições diárias com pratos típicos oferecidas pela aldeia
• Água potável
• Dietas, cerimônias e demais atividades culturais e espirituais
• Participação em todas as atividades
• Acompanhamento de guias indígenas durante toda a viagem

NÃO INCLUSO
​• Voos internacionais ou domésticos ida/volta para Cruzeiro do Sul, Acre, Brasil
• Diárias de hotel ao final da jornada na cidade de Cruzeiro do Sul, refeições na cidade de CZS ou adicionais em Porto Walter
• Seguro Viagem

• Alimentação na cidade
• Itens não especificados acima


Esse encontro além de viabilizar a troca de saberes e a vivência com os indígenas ,auxiliará na compra de insumos para  construção de  casas de reza, casa das mulheres, horta orgânica, viveiro de  farmácia viva, assim fortalecendo toda cultura ancestral de um povo l
Vem rezar o mundo com a gente e fazer parte dessa corrente de amor!

o que levar:
• Roupas leves, camisetas de manga comprida, calças leves e compridas, coberta
• Short para banho
• Redes, mosquiteiro, cordas para rede, baraca
• Lanternas
• Galochas
• Capa de chuva
• Chapéu
• Repelente


contatos:
Daosha: 11 99910-7214
Rose: 11 973526622

Estamos preparando ida ao Peru pós Acre....aguardem maiores informações!

Roteiro da Vivência